"Leve, leve, muito leve,
Um vento muito leve passa,
E vai-se, sempre muito leve.
E eu não sei o que penso
Nem procuro sabê-lo."
Alberto Caeiro
Pessoa fotografou-nos por palavras
roubou-nos a infelicidade do não-ver
forjou quereres inanimos
praticamente sentou-se entre nós
...
per si
per os meus dedos
engendrou irradiações
Bonfah
segunda-feira, junho 23
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2 comentários:
Que bom que ja divulgou seu blog pro grupo. Ótimo estar aqui, continuo passando pra conhecer mais de seus escritos..
Abraços...
Olá, obrigado pelo prestígio.
Apareça
Abraços
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